Durante noviembre, mes tanatico por excelencia, encontramos en nuestro continente toda una serie de celebraciones relacionadas con la muerte, siendo el 2 de noviembre “día de los muertos” la fecha más significativa, que se corresponde con la fuerte raíz católica de nuestro territorio en sincretismo con las culturas existentes y preexistente, a la llegada de la cultura europea. En este sentido, podemos pensar estas festividades como eminentemente mestizas.
Categoria: Volume I * nº. 3 * Novembro de 2021
Edição de Novembro de 2021 do Jornal América Profunda
Editorial – Novembro de 2021
Durante o mês de novembro, o mês do tanatico por excelência, encontramos no nosso continente toda uma série de celebrações relacionadas com a morte, sendo o dia 02 de novembro “Dia dos Mortos” a data mais significativa, que corresponde às fortes raízes católicas do nosso território em sincretismo com as culturas existentes e pré-existentes, antes da chegada da cultura europeia. Neste sentido, podemos pensar nestas festividades como sendo eminentemente mestiças.
A POLÍTICA SOCIAL NAS REINVENÇÕES DO LIBERALISMO
A proposta do texto é apresentar elementos que propiciem reflexões críticas acerca da política social no Brasil, cujo processo revela a interação de um conjunto de determinações econômicas, políticas e culturais. Seu desenvolvimento abrange o movimento de produção e reprodução da acumulação capitalista e o grande desafio reside no combate aos desmontes provocados pelo ultraneoliberalismo à efetividade da política social enquanto modalidade de política pública universal, fundamentada na garantia de direitos sociais.
EXAGERADO
O poder punitivista que desumaniza, corrói e mutila o povo.
Da Faixa de Gaza às favelas do Rio de Janeiro: Como Israel globaliza a experiência de terror
Regulando os poderes da vida e da morte através de termos forjados pela produção de fronteiras, confisco de propriedades e classificação de pessoas com base na raça e classe social, Israel vem protagonizando junto ao Brasil um símbolo de trocas globais entre as forças militares e policiais mais brutais do mundo.
Uma análise dos cenários possíveis
Por: Rodrigo G. M. Silvestre Viveremos em 2022 uma eleição icônica. Estarão presentes três (ao menos) líderes carismáticos, todos representando parcelas importantes da sociedade brasileira, nenhum, entretanto, representando nada de novo. O primeiro, um líder popular, cuja narrativa para a campanha vem com a potencia de ter sido preso para evitar que fosse candidato na…
DÁ COLONIZAÇÃO DOS ALIMENTOS À COLONIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO
Nossa ancestralidade guarda profunda relação com como nos alimentamos. A origem de nossa nutrição, forma como a obtemos, preparamos e consumimos diz muito sobre nossa cultura. Nesse sentido, a colonização sul-americana é marcada tanto pela usurpação de produtos como o milho e a batata, que tanto serviram à expansão e manutenção humana como a conhecemos, quanto pela introdução de hábitos alimentares estranhos que, além de dissociar o latino-americano de sua cultura, ainda introduziu provisões calóricas de maneira inadequada que levaram contingentes inteiros da desnutrição direto para a obesidade.
A contemporaneidade, trouxe um paralelo interessante entre a nutrição alimentar e a aquisição e consumo de informação. Nela, talvez, resida a nova forma de dominação que os territórios colonizados vivenciam.
DE LA COLONIZACIÓN DE ALIMENTOS A LA COLONIZACIÓN DE LA INFORMACIÓN
Nuestra ascendencia está profundamente relacionada con la forma en que comemos. De dónde proviene nuestra nutrición, cómo la obtenemos, preparamos y consumimos dice mucho sobre nuestra cultura. En este sentido, la colonización sudamericana está marcada tanto por la usurpación de productos como el maíz y la papa, que sirvieron tanto para la expansión y el mantenimiento humano como lo conocemos, como por la introducción de hábitos alimenticios extraños que, además de disociar el Latinoamericana de su cultura, incluso introdujo provisiones calóricas inadecuadas que llevaron a contingentes enteros de la desnutrición directamente a la obesidad.
La contemporaneidad ha traído un interesante paralelismo entre la nutrición alimentaria y la adquisición y consumo de información. En él, quizás, reside la nueva forma de dominación que experimentan los territorios colonizados.
LA REVOLUCIÓN BRASILEÑA II O cómo los hambrientos matarán al neoliberalismo
Por: Felipe Mongruel Los brasileños somos conocidos en todo el mundo por ser alegres, bailarines y grandes tamborileros. Además de ser caipirinistas y maestros de la “embassadinha”, se nos atribuye este pecado de “fanfarrones” porque ganamos mucho dinero con el tráfico de cocaína, con la prostitución infantil y con los regateadores flacos que van a…
DA REVOLUÇÃO A BRASILEIRA II Ou como os famintos degolarão o neoliberalismo
Por: Felipe Mongruel Nós brasileiros somos conhecidos mundialmente como alegres, dançarinos e ótimos batuqueiros. Além de fazedores de caipirinha, mestres em embaixadinha, nos atribuem essa pecha de “fanfarrões” porque ganha-se muito dinheiro com o tráfico de cocaína, com a prostituição infantil e com magricelos dribladores que vão pra Europa como produtos do grande capital. Leia-se:…