Por: Rodrigo G. M. Silvestre Vejo por todos os lados a comoção pelo fechamento do bar Kapele. Dizem que encerrou suas portas definitivamente, mergulhando Curitiba em um luto silencioso e profundo. Que há 51 anos, o bar clandestino foi o último refúgio de quem buscava vida, música e encontros autênticos; agora, apenas o vazio reverberante…
Categoria: Contra-cultura
Coluna Contra-cultura. Editor responsável: Arthur L. do Carmo
Manifestações cada vez menores ocorrem pelo Brasil em defesa de Bolsonaro
Por: Rodrigo G. M. Silvestre As manifestações em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro neste domingo, 3 de agosto de 2025, voltaram a reunir milhares de pessoas em cidades de todo o país, com concentração principal na Avenida Paulista, em São Paulo. Apesar do esforço dos organizadores em descentralizar os protestos, a adesão mostra sinais claros…
STF manda claro recado à Trump e a clã Bolsonaro
Por: Rodrigo G. M. Silvestre O Supremo Tribunal Federal (STF) reabriu os trabalhos do Judiciário nesta sexta-feira, 1º de agosto de 2025, marcando o início do segundo semestre forense em meio a uma conjuntura de tensão diplomática e política envolvendo os Estados Unidos e o clã Bolsonaro. A sessão solene, comandada pelo presidente da Corte,…
Copa do Mundo Feminina
Por Desiree Salgado Nona coluna sobre o mundo e seu contexto.
Mães e pais de rua são separados de crianças após parto em Curitiba
Republicado em parceria com: Agência de Noticias das Favelas – ANF Foto destacada: Aniele Nascimento/Gazeta do Povo Magra, vestindo roupas largas e evitando ruas movimentadas, mal dá para perceber que Viviane Nascimento Araújo, de 31 anos, está no oitavo mês de gravidez. Em sua terceira gestação nas ruas, ela se esconde do julgamento de quem passa…
Uma centelha de esperança: a semente deixada pelo 31º Festival de Curitiba
Na manhã de 10 de abril de 2023, Curitiba amanheceu plúmbea como muitas vezes costuma amanhecer. Ergueu-se na atmosfera uma certa órbita de um amargo de desligamento; uma separação forçada; um adeus. Era o momento da despedida que chegava à cidade. O cinza do céu levava embora, além das dezenas de trupes, trabalhadores, colaboradores, organizadores e curadores, uma centelha de esperança e otimismo que o 31º Festival de Curitiba em suas duas semanas nos deu. Foi o maior, o mais belo de todos os tempos. O mais inclusivo. O mais especial. O mais ousado. Finalmente, Curitiba teve um Festival para chamar de seu.